MECÂNICA QUÂNTICA POTENCIAL GENERALIZADA DE ANCELMO L. GRACELI.


FUNDAMENTO.

1 -  SE FUNDAMENTA NO POTENCIAL DE INTERAÇÕES E TRANSFORMAÇÕES DE ENERGIAS, CAMPOS, ESTADOS E DIMENSÕES DE GRACELI,  E MATÉRIA.


2 - E NA RELAÇÃO  E INTERAÇÕES DOS ESTADOS E DIMENSÕES DE GRACELI.


3 - E NA RELAÇÃO DE ENTROPIAS POTENCIAIS , E VIBRAÇÕES E MOMENTUNS POTENCIAIS, COMO TAMBÉM NA DISTRIBUIÇÃO ELETRÔNICA E BANDAS DOS ELEMENTOS.


UM EXEMPLO CLARO É NAS MUDANÇAS DE ESTADOS FÍSICOS, GASES, E INTERAÇÕES DE CAMPOS.


OU SALTO QUÂNTICOS E FREQUÊNCIAS NOS ÁTOMOS.

EM TERMOS DE AMPLITUDE, E  FREQUÊNCIA  EXCITAÇÃO  HARMÔNICA E POTENCIAL TEMOS>


 Onde  é a amplitude é a frequência e  é o de fase da excitação harmônica. O valor de  depende do valor de  em t=0.


  [Gd*]   /   [] [] [ [     ]  ] [ ..


DENTRO DO SISTEMA DE SETE DIMENSÕES DE GRACELI E ESTADOS DE GRACELI.







SISTEMA DE SETE DIMENSÕES DE ANCELMO L. GRACELI.

 

 

  SETE DIMENSÕES FUNDAMENTAIS PROPOSTO POR ANCELMO L. GRACELI.


ESPAÇO.

TEMPO.

ENERGIAS.

POTENCIAIS DE INTERAÇÕES ENTRE ENERGIAS E CAMPOS.

DISTRIBUIÇÃO ELETRÔNICA DOS ELEMENTOS QUÍMICOS. ONDE CADA UM TEM OS SEUS POTENCIAIS DE ENERGIAS, INTERAÇÕES E VARIAÇÕES.



OU. 

OPERADOR DIMENSIONAL DE ANCELMO L. GRACELI  [Gd*]. 


1 - ESTADOS FUNDAMENTAIS.

2 - ESTADOS DE ONDAS.

3 - ESTADOS DE VIBRAÇÕES E ENTROPIA.

4 - ESTADO FUNDAMENTAIS DE TRANSFORMAÇÕES. E POTENCIAIS DE MALEABILIDADE E TUNELAMENTO QUÂNTICO.

5- ENERGIAS.

6 - POTENCIAIS DE INTERAÇÕES ENTRE ENERGIAS E CAMPOS.

7 - DISTRIBUIÇÃO ELETRÔNICA DOS ELEMENTOS QUÍMICOS. ONDE CADA UM TEM OS SEUS POTENCIAIS DE ENERGIAS, INTERAÇÕES E VARIAÇÕES.




 MECÂNICA VIBRACIONAL QUÂNTICA GENERALIZADA  DE ANCELMO L. GRACELI.


LEIS -

1 -  TODO E QUAISQUER CORPO, PARTÍCULA, ENERGIAS , INTERAÇÕES SE ENCONTRAM EM  VIBRAÇÕES, E NÃO EM REPOUSO OU EM ONDAS.

2 - SÃO REGIDOS PELO OPERADOR DE GRACELI  E TENSOR VIBRACIONAL DE GRACELI    [Gd*] .

3- DENTRO DE UM SISTEMA FECHADO O CONJUNTO DE VIBRAÇÕES TENDEM A AUMENTAR PROGRESSIVAMENTE CONFORME AUMENTAM  A TEMPERATURA, OSCILAÇÕES, INTERAÇÕES DE ENERGIAS E CAMPOS,  ENTROPIAS E ELETROMAGNETISMO.





 O  ESPAÇO DE ANCELMO L. GRACELI.


É UM ESPAÇO MULTIDIMENSIONAL OSCILATÓRIO VIBRACIONAL [ DE INTERAÇÕES DE ENERGIAS OU CAMPOS [OU NÃO], [NORMADO OU NÃO],  QUE SE FUNDAMENTA [OU NÃO] NAS DIMENSÕES DE GRACELI, OU DIMENSÕES DE ESPAÇO E TEMPO.

QUE É REPRESENTADO PELO TENSOR VIBRACIONAL DE ANCELMO L. GRACELI [Gn].


A NATUREZA SE ENCONTRA EM VIBRAÇÕES NÃO EM REPOUSO OU EM ONDAS.




 MECÂNICA VIBRACIONAL DE ANCELMO L. GRACELI.


LEI - TODO E QUAISQUER CORPO, PARTÍCULA, ENERGIAS , INTERAÇÕES SE ENCONTRAM EM  VIBRAÇÕES, E NÃO EM REPOUSO OU EM ONDAS.

2 - SÃO REGIDOS PELO OPERADOR DIMENSIONAL  DE GRACELI  E TENSOR VIBRACIONAL DE GRACELI.[Gd*].


 O  ESPAÇO DE ANCELMO L. GRACELI.


É UM ESPAÇO MULTIDIMENSIONAL OSCILATÓRIO VIBRACIONAL [ DE INTERAÇÕES DE ENERGIAS OU CAMPOS [OU NÃO], [NORMADO OU NÃO],  QUE SE FUNDAMENTA [OU NÃO] NAS DIMENSÕES DE GRACELI, OU DIMENSÕES DE ESPAÇO E TEMPO.

QUE É REPRESENTADO PELO TENSOR VIBRACIONAL DE ANCELMO L. GRACELI [Gn].


A NATUREZA SE ENCONTRA EM VIBRAÇÕES NÃO EM REPOUSO OU EM ONDAS.




 

FÍSICA QUÂNTICA GENERALIZADA VIBRACIONAL E DE PROBABILIDADE  DE ANCELMO L. GRACELI.




 MECÂNICA ESTATÍSTICA QUÂNTICA GENERALIZADA DE ANCELMO L. GRACELI.




O ELETROMAGNETISMO QUÂNTICO TENSORIAL DE ANCELMO L. GRACELI


MECÂNICA QUÂNTICA ENTRÓPICA GENERALIZADA OSCILATÓRIA INDETERMINISTA DE ANCELMO L. GRACELI.


COM TENSOR ENTRÓPICO DE GRACELI, E OPERADOR QUÂNTICO DE GRACELI.



TEORIA DA ELETROGRAVITAÇÃO DE ANCELMO L. GRACELI .






[].

[].

* = operador de energias, dimensões de GRACELI e estados de A. L. GRACELI., 

OBSERVAÇÃO . DIMENSÕES DE ANCELMO GRACELI NÃO ESTÁ RELACIONADO COM ESPAÇO E TEMPO.

 = TENSOR DE ANCELMO L. GRACELI.

E = ENERGIA

O tensor electromagnético, convencionalmente marcado F, é definido como a derivada exterior do quadripotencial eletromagnéticoA, um diferencial de forma 1:[1][2]



lEGG] = ELETROMAGNETISMO GERAL DE ANCELMO L. GRACELI] QUÂNTICO TENSORIAL DIMENSIONAL ENTRÓPICO GENERALIZADO.


COM TENSOR E OPERADOR DIMENSIONAL DE ANCELMO L. GRACELI   [Gd*]

[].



ANCELMO GRACELI - OBRA [5]

  [Gd*]   /   [] [] [ .



  [Gd*]   /   [] []  [ .


 e =  [Gd*]   /   [] [] [ .

[] = tensor eletromagnético.


 Considerando um elétron e a densidade de probabilidade  da onda de matéria associada a ele,

 Onde  é a amplitude é a frequência e  é o de fase da excitação harmônica. O valor de  depende do valor de  em t=0.


  [Gd*]   /   [] [] [ [     ]  ] [ ..




  [Gd*]   /   [] [] [ [     ] [  ] [ ..




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  [Gd*]   /   [] [] [ [     ]  [ ] [ ..



mecânica quântica foi aplicada pela primeira vez à óptica, e à interferência em particular, por Paul Dirac.[1] Richard Feynman, nas suas Lições de Física, usa a notação de Dirac para descrever experiências mentais sobre a interferência de dupla fenda de elétrons.[2] A abordagem de Feynman foi estendida a interferómetros de N fendas para iluminação de fóton único, ou iluminação laser de largura de linha estreita, isto é, iluminação por fótons indistinguíveis, por Frank Duarte.[3][4] O interferómetro de N fendas foi aplicado pela primeira vez na geração e medição de padrões de interferência complexos.[3][4]

Neste artigo, descreve-se a equação interferométrica generalizada de N fendas, derivada através da notação de Dirac. Embora originalmente derivada para reproduzir e prever interferogramas de N fendas,[3][4] esta equação também tem aplicações noutras áreas da óptica.

Amplitudes de probabilidade e a equação interferométrica de N fendas

Esquema em vista superior do interferómetro de N fendas indicando a posição dos planos sj e x. A matriz de N fendas, ou rede de difração, está posicionada em j. A distância intra-interferométrica pode atingir várias centenas de metros. TBE é um expansor de feixe telescópico, MPBE é um expansor de feixe de múltiplos prismas

Nesta abordagem, a amplitude de probabilidade para a propagação de um fóton desde uma fonte s até um plano de interferência x, através de uma matriz de fendas j, é dada usando a notação bra-ket de Dirac como[3]

Esta equação representa a amplitude de probabilidade de um fóton se propagar de s para x através de uma matriz de j fendas. Usando uma representação de função de onda para as amplitudes de probabilidade,[1] e definindo as amplitudes de probabilidade como[3][4][5]

onde θj e Φj são os ângulos de fase de incidência e difração, respetivamente. Assim, a amplitude de probabilidade total pode ser reescrita como

onde

e

após alguma álgebra, a probabilidade correspondente torna-se[3][4][5]

onde N é o número total de fendas na matriz, ou rede de transmissão, e o termo entre parênteses representa a fase que está diretamente relacionada com as diferenças de percurso exatas derivadas da geometria da matriz de N fendas (j), da distância intra-interferométrica e do plano interferométrico x.[5] Na sua versão mais simples, o termo de fase pode ser relacionado com a geometria usando

onde k é o número de onda, e Lm e Lm − 1 representam as diferenças de percurso exatas. Aqui, a equação interferométrica de DiracDuarte (DD) é uma distribuição de probabilidade que está relacionada com a distribuição de intensidade medida experimentalmente.[6] Os cálculos são realizados numericamente.[5]

A equação interferométrica DD aplica-se à propagação de um único fóton, ou à propagação de um conjunto de fótons indistinguíveis, e permite a previsão precisa de padrões interferométricos de N fendas medidos, continuamente desde o campo próximo até ao campo distante.[5][6] Interferogramas gerados com esta equação mostraram-se bem comparáveis com interferogramas medidos tanto para valores pares (N = 2, 4, 6...) como ímpares (N = 3, 5, 7...) de N de 2 a 1600.[




  [Gd*]   /   [] [] [ [     ]  ] [ ..

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